Another one bites the dust…

Estou abandonando mais um blog… e como de costume, estou escrevendo em um novo =P Visitem o Mesmo?! http://mesmo.wordpress.com

Abraço!

SketchCrawl Brasil 2009

Esse sábado (11/04) rolou em São Paulo, mais especificamente no Parque do Ibirapuera, o SketchCrawl Brasil 2009. Eu sei que estou postando a notícia um pouco atrasado, mas infelizmente não tive tempo de postar antes, por causa da balada de sábado (que me deixou extremamente retardado, e longe do teclado, até as 5 da manhã) e também porque domingo foi dia de reunir a família e comer o dia inteiro. Mesmo assim, acho que vale a pena postar sobre o evento porque foi muito legal, e eu tenho certeza de que mais gente teria participado se soubesse que ele estava acontecendo.

O SketchCrawl foi criado pelo artista Enrico Casarosa e teve início nos Estados Unidos, embora seja compartilhado hoje em dia por diversos países de todos os continentes. Basicamente a idéia é reunir artistas, desenhistas e simpatizantes para uma caminhada pela cidade, enquanto desenham o que quer que seja. A idéia não é competir entre si, ou realizar um concurso de desenho, embora eu não pudesse deixar de me sentir um pouco envergonhado ao mostrar meus rabiscos para pessoas tão talentosas.

O dia foi muito agradável, o Sol brilhou durante todo o evento, muitos curiosos e especialmente a molecada se envolveram com o Sketchcrawl, chegando inclusive a influenciar alguns dos meu desenhos e de outras pessoas, e o ambiente foi sem dúvida propício à criação e à criatividade. Além disso tudo, houve a arrecadação de produtos não perecíveis que serão doados a uma instituição.

Depois dessa experiência incrível de caminhar em mutidão, desenhando e se divertindo em plena São Paulo, só me resta aguardar pelo SketchCrawl Brasil 2010…

Have fun!

Ouvi falar pela primeira vez no nome Ronald Jenkees lendo o Sketcheria, blog do Montalvo

Tenho que concordar… dá gosto de ver esse cara “brincar” com o teclado.

Incrivel pensar que ele é totalmente autodidata no piano. Talvez realmente exista esse lance de dom…

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I first heard the name Ronald Jenkees reading the Sketcheria, Montalvo’s Blog… and I gotta admit… its pleasant to see this guy “play” with the keyboard, and its amazing to think he is totally self-taught on the piano. Maybe some people really do have a flair for stuff.

Pragmatismo Masculino

Consulta:

Caro Roberto,

Espero que você possa me ajudar. Outro dia, de manhã, eu peguei meu carro e saí para trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre.
Eu rodei pouco mais de um quilômetro, quando o motor morreu e o carro parou. Então eu voltei para minha casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei lá, nem pude acreditar naquilo que meus olhos estavam vendo. Lá estava ele, no quarto, com a filha da vizinha!
Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22. Nós estamos casados há dez anos. Quando eu o interpelei, ele confessou que eles estavam tendo um caso há seis meses. Eu disse a ele para parar com isso, senão eu o deixaria. Esclareço que ele foi demitido do seu emprego há seis meses e desde então tem estado muito deprimido.
Eu o amo muito, mas desde que eu lhe dei aquele ultimato ele tem estado muito calado, ausente, distante. Ele não está se cuidando e eu temo não poder tê-lo de volta nunca mais.
Estou desesperada. Você pode me ajudar?

Antecipadamente grata.

Patrícia

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Resposta

Cara Patrícia,

Quando um carro pára, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido. Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores.

Espero ter ajudado,

Roberto

O Parque do Chafariz

Após refletir por muito tempo a respeito de minha condição de “resultado de ações passadas”, percebo como fazemos escolhas erradas ao longo de nossas vidas. Escolhas que nos condenam a um futuro de possibilidades passadas. Penso em formas de consertar meus erros, mas poucas delas me são permitidas, e todas extremamente improváveis de se sucederem. Por incrível que pareça, buscando consertar meus erros, não busco a melhor saída para minha consciência, mas sim para quem importa. Talvez esse alguém seja eu em alguns momentos, mas não na maioria. Sou um cão condenado a uma vida de figueira, novamente em casa, porém pela metade…

Olhando ao redor, vejo crianças brincando, rindo com seus irmãos, enquanto mães sentam de costas para o lago e seu chafariz imundos, criando lixo e sorrindo, ao mesmo tempo em que fofocam e comem pipoca com refrigerante, e uma criança, só, brinca com a água de cima de uma ponte.

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